sábado, 20 de outubro de 2012

FREEDOM

Queria muito neste momento de descoberta e entendimento, que as palavras me ajudassem a expressar
a verdade que se torna tão clara e cristalina quanto os raios de sol.
Venho obtendo orientações e ensinamentos nos últimos anos de alguns Seres Muito Especiais que insistem
em suas mensagens, em dizer que jamais, jamais, poderíamos cometer "erros", que seria bastante útil para cada um de nós que abolíssemos quaisquer idéias de "pecado", "vitimização", "não merecimento do melhor", e "regras" para um caminho suave e luminoso. E hoje, compreendendo este hoje, como o momento do agora e não especificamente uma data qualquer, depois de um longo, longuíssimo e árduo caminho em busca de respostas, vejo clarear de forma incontestável a absurda simplicidade e veracidade destas máximas nos oferecidas de certa forma, para atender a um pedido nascido nas profundezas de nosso próprio ser, nos apontando para a realidade de que realmente NADA do que fizemos ao longo do caminho poderia ou poderá depor contra nossa tão sonhada liberdade, que cada gesto, pensamento, ato, fato, desejo só veio a existir para dar suporte à mais profunda verdade de toda a ação do existir: SOMOS INTEIRAMENTE PERFEITOS A CADA RESPIRAÇÃO, A CADA BATIDA DE NOSSOS CORAÇÕES, e nada, absolutamente nada poderá interromper esta realidade, desde que não deixemos que ela se interrompa.
Que através do presente da escolha, do livre arbítrio, estamos com cada uma de nossas experiências, sejam elas grandes ou pequenas, luminosas ou escuras, saradas ou doentias, contribuindo de forma esplendorosa para a expansão e o prazer de toda a Criação, não mais classificando atitudes e crenças como certas ou erradas, se comer carne é involutivo, se meditar diariamente é evolutivo, se assim é assado, e se assado é assim, mas ao contrário de toda a medição, comparação e julgamento, compreendendo que não pode haver veneno, como também remédio, quando o ato, o fato e a vontade foram gerados no, pelo e para o amor, o amor que ama em liberdade de julgamentos o escuro e o claro, e cada parte, que se retirada do contexto haveria de tornar incompleto o todo.
Realmente jamais houve ou haverá ERROS, a não ser o grande erro de acreditar que eles sejam possíveis.
Que me perdoem os religiosos, os filosofos, os cientistas e os ateus...

Denis Cunha
20/10/2012

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